apelo

· Apelo ao cumprimento da Tregua Olimpica

Conforme disse o Secretario Geral das Nações Unidas - Kofi Annan:

"...juntos, as Olimpíadas e as Nações Unidas podem ser um time vitorioso. porém a competição" acrescentou, "não será vencida com facilidade. a guerra, a intolerância e a privação continuam a rondar a terra. Devemos lutar contra elas. Como os atletas se esforçam para bater recordes mundiais, nòs também devemos nos esforçar para conseguir a Paz mundial." Ele acha muito significativo que o Comitê Olimpico Internacional tenha revivido a antiga tradição Grega da Trégua Olimpica, convocando a interrupção de todas a hostilidades durante os Jogos. O Secretario Geral se junta a Assembléia Geral das Nações Unidas "insistindo para que todos aqueles Paises em guerra observem a Trégua Olimpica. Pode soar como algo irreal "disse ele, "mas, como qualquer atleta dirá, nada acontece sem um sonho..."

(por Fred Eckhard, porta-voz do Secretario Geral da ONU - Forum do Milenio, 1.11.de setembro, Nova York)

Nos os Povos das Nações Unidas

· Considerada la Resolución de la Asemblea General de las Naciones Unidas A/RES/48/11 del 1993 para el respeto de la Tregua Olímpica durante las Olimpiadas invernales y veraniegas; 
· Considerada la Resolución de la Asemblea General de las Naciones Unidas A/RES/52/21 del 1997 para el respeto de la Tregua Olímpica durante los Juegos Olímpicos invernales de Nagano’98; 
· Considerada la Resolución de la Asemblea General de las Naciones Unidas A/RES/54/34 del 1999 para el respeto de la Tregua Olímpica de los Juegos Olímpicos de Sidney 2000, patrocinada por el 180 por 189 de los países miembros; 
· Considerada la Resolución de la Asemblea General de las Naciones Unidas A/RES/56/75 del 2001 para el respeto de la Tregua olímpica durante los Juegos Olímpicos invernales de Salt Lake City 2002, patrocinada por el 166 por 189 de los países miembros; 
· Considerada la Agenda 21 del Movimiento Olímpico del 12 de junio de 1999 que quiere incitar a los miembros del Movimiento Olímpico a recobrar un papel activo en los precesos de desarrollo sustentable para nuestro planeta; 
· Considerado el Acuerdo de cooperación entre IOC -Comité Olímpico Internacional- e IPC -Comité Paralímpico Internacional- rubricado en Sidney el 20 de octubre de 2000; 

exigimos

1. a mudança do artigo 1 da Carta Olìmpica, incluindo o repudio a guerra como resolução de disputas internacionais e reconhecendo a paz como um direito fundamental das pessoas;

2. que todas Nações das Cidades candidatas não estejam envolvidas em guerra durante o período da candidatura até o final dos Jogos; 

3. a suspensão de ações militares durante os Jogos Olìmpicos e Paraolimpicos de inverno e de verão, sob pena de exclusão dos mesmos; 

4. aceitação e observância, de todas as Nações candidatas, dos principais tratados internacionais relativos a Paz, aos Direitos Humanos e ao meio ambiente; bem como rejeição a pena de morte; 

5. apoio a participação de todos os "Povos" nos Jogos, bem como a promoção dos direitos à autodeterminação e a cidadania; 

6. que os Jogos sejam declarados propriedade da Humanidade pela UNESCO; 

7. a extensão da Trégua Olìmpica ao período dos Jogos Paraolimpicos, em resoluções futuras da ONU; 

8. a Criação de uma Agência Internacional para a Trégua Olímpica composta de Jovens adultos (16 a 26 anos de idade) - embaixadores olímpicos - auxiliados por um comitê ético (representante de movimentos sociais, prêmios Nobel de Paz, campeões olímpicos e personalidades com muita experiência na promoção da Paz e da Não-Violência). Esta agência deverá controlar e avaliar o respeito ao "Plano Social Olímpico", que todas cidades candidatas deverão apresentar. O plano social deverà incluir as politicas que as Naçòes anfitriàs implementarào a favor dos paises pobres, do meio ambiente, da juventude, das mulheres e das minorias; 

9. a aplicação, por todas as cidades candidatas, de um programa de educação pùblica, com a tarefa de desenvolver os processos de Paz envolvidos nesta "nova Visão da Trégua Olímpica"; 

10. a realização de uma Carta Ética obrigando todos os patrocinadores, a assumirem comportamento ético e a promoverem ações a favor dos Direitos Humanos. 

>> Assine este apelo